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    <subfield code="a">A "restorative justice" (justi&#xE7;a restaurativa), tem sido alvo de cr&#xED;ticas do ponto de vista, quer emp&#xED;rico, quer filos&#xF3;fico. No presente artigo procura fazer-se um ju&#xED;zo cr&#xED;tico de algumas das cr&#xED;ticas efectuadas a este novo conceito de justi&#xE7;a, lembrando que estas resultam, por um lado, de maus entendidos quanto aos seus objectivos, e por outro, do facto de se exigir demasiado da justi&#xE7;a restaurativa, numa altura em que est&#xE1; ainda em fase de aperfei&#xE7;oamento. Os esfor&#xE7;os para avaliar a justi&#xE7;a restaurativa s&#xE3;o tamb&#xE9;m relativamente recentes e as cr&#xED;ticas tendem a ignorar as conclus&#xF5;es dos estudos existentes, ou a apresent&#xE1;-las de uma forma negativa. As cr&#xED;ticas pecam igualmente por n&#xE3;o salientarem o que a justi&#xE7;a restaurativa conseguiu alcan&#xE7;ar e o que pode ainda alcan&#xE7;ar em rela&#xE7;&#xE3;o aos convencionais sistemas de justi&#xE7;a penal. O exemplo da Nova Zel&#xE2;ndia em que os princ&#xED;pios da justi&#xE7;a restaurativa foram amplamente postos em pr&#xE1;tica, leva a concluir que h&#xE1; raz&#xF5;es para se tomar uma atitude at&#xE9; certo ponto positiva relativamente &#xE0; implementa&#xE7;&#xE3;o da mesma.</subfield>
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    <subfield code="t">British Journal of Criminology (The)</subfield>
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