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    A "restorative justice" (justiça restaurativa), é defendida por muitos como uma nova e benéfica resposta à delinquência. No presente artigo procura-se alargar o debate sobre esta temática e encontrar respostas às seguintes questões: qual deverá ser o papel do Estado e dos seus órgãos na administração da justiça penal e que tipo de responsabilidades acarreta?; se se defende que a comunidade deve ter um papel mais participativo na aplicação da justiça penal, quais as suas implicações?; quais os direitos e as responsabilidades das vítimas em questões de justiça penal?; qual o papel dos delinquentes?; por último e partindo do princípio de que deve haver alguma forma de "default system" (sistema alternativo para casos em que a justiça restaurativa não funciona), quais as formas de que se deverá revestir?.
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