<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="https://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="https://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="https://www.loc.gov/mods/v3 https://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd"><name type="personal"><namePart>20020927u           y0pory50      ba</namePart><role><roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm></role></name><name type="personal"><namePart>LEMONNE</namePart><namePart type="termsOfAddress">Anne</namePart></name><typeOfResource>text</typeOfResource><originInfo><issuance>monographic</issuance></originInfo>
    A partir de 1980, os temas da reparação, da compensação, da mediação vítima-delinquente, bem como da reconciliação, começaram a ser objecto de uma atenção muito especial por parte da maioria dos países ocidentais, passando estes temas a ser progressivamente considerados elementos-chave de uma emergente filosofia reparadora da justiça. Na sequência da consolidação destas ideias, em Setembro de 2002, é organizada na Universidade de Louvain (Bélgica) a 5.ª confererência internacional sobre justiça restaurativa. Relativamente a esta conferência, cabe referir o teor dos debates dos respectivos participantes, salientando o facto de o seu tema principal incidir sobre a explicação do novo modelo de justiça, ou seja, o conceito de justiça restaurativa. Este novo conceito foi objecto de reflexão, incentivando-se vivamente a sua aplicação a nível internacional e igualmente no âmbito da justiça quer de menores, quer de adultos.
  <recordInfo><recordIdentifier>370263</recordIdentifier></recordInfo></mods>
