01961nam a2200229 4500001000700000100004100007101000800048200011300056330125800169461009401427606002501521606002601546606002001572606001901592606002001611606001001631606002301641606001601664606001301680700001901693701001901712369965 a20020318u y0pory50 ba aeng aVictim contact work in the probation serviceeparadigm shift or Pandora's box?fAdam Crawford, Jill Enterkin aNas últimas décadas assistiu-se no Reino Unido a um aumento do interesse pela forma como as vítimas de crimes violentos eram assistidas pelos órgãos de justiça penal. A "Victim's Charter" (Carta da Vítima) publicada pela 1.ª vez em 1990, no Reino Unido, representou um importante marco na forma como a "perspectiva da vítima" se veio cada vez mais a integrar na justiça penal e a ser tida em conta por esta. Através da aplicação deste diploma, o "Probation Service" (Regime de prova) fica com a obrigação de contactar as vítimas (ou suas famílias) de indivíduos condenados a pena de prisão, antes de ser considerada a hipótese de libertação do autor do delito, com o objectivo de averiguar se aquelas experimentam alguma ansiedade pela possível libertação deste e, nessa sequência, impôr algumas restrições à liberdade a conceder. No presente artigo observam-se algumas conclusões sobre o trabalho desenvolvido pelo "Probation Service", relativamente ao contacto com as vítimas e suas experiências. Salientam-se algumas ambiguidades e tensões que se formam, ao transpôr as iniciativas que dizem respeito às necessidades das vítimas para o delicado equilíbrio da justiça penal. cOxforddAutumn 2001vV.41,n.4tBritish Journal of Criminology (The)x0007-0955pp.707-725 aAJUDA ÀS VÍTIMAS aLIBERDADE CONDICIONAL aJUSTIÇA PENAL aCRIME VIOLENTO aREGIME DE PROVA aPRESO aINQUÉRITO-ESTUDO aREINO UNIDO aVÍTIMA aCRAWFORDbAdam aENTERKINbJill