01734nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200004000056311000800096330117000104461008301274606003001357606003501387606003001422606002201452606003101474606001601505700001901521369898 a20020205u y0pory50 ba aeng aFacing up to changesfRichard Evans a(*) aA ciência do reconhecimento facial nos serviços de polícia do Reino Unido, tem tido um longo percurso desde que a então Scotland Yard utilizou, em 1881, o desenho à pena, para identificação de um suspeito de homicídio. Passado cerca de um século esta ciência continua a constituir um precioso instrumento na resolução de crimes, para o que contribuiu a tecnologia informática com programas específicos de software, com vista à composição de imagens a partir da reconstituição dos traços fisionómicos de um suspeito. Actualmente o recurso à técnica da identificação facial electrónica conhecida por "e-fit" (electronic facial identification technique), constitui o sistema mais vulgarmente utilizado pela polícia inglesa. Esta técnica é composta por diversos métodos, dos quais se evidenciam 3 por serem os mais utilizados. Estes 3 métodos serviram de base a uma experiência efectuada, no sentido de saber qual deles apresentava as imagens com mais precisão, ou seja, qual o método que produzia os "e-fits" mais correctos em termos de identificação. Apresentam-se as conclusões deste estudo. cLondond18 January 2002vVol. 110, n. 5656tPolice Reviewx0309-1414pp. 18-19 aRECONSTITUIÇÃO FACIAL aIDENTIFICAÇÃO DE SUSPEITOS aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aCIÊNCIA FORENSE aINFORMÁTICA NA POLÍCIA aREINO UNIDO aEVANSbRichard