01343nam a2200169 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200008300067330080000150461007100950606002301021606002901044606002301073700002401096995005301120369717 a369717 a20010919u y0pory50 ba aeng aThe use and misuse of psychologists in a hostage situationfRobert J. Powitzky aO autor deste artigo apresenta os prós e os contras da decisão de empregar um psicólogo como negociador em casos de tomadas de reféns. Indica as funções úteis que o psicólogo poderá desempenhar em tais casos: pessoa a quem se recorre, conselheiro do negociador, pessoa que recolhe informações, conselheiro "post-trauma" e avaliador. Salienta, também, os factores a tomar em consideração ao proceder à selecção de um psicólogo adequado: preconceitos e expectativas pessoais, certificado ou licença, treino na especialidade e experiência relevante. Conclui que um psicólogo, cuidadosamente seleccionado, poderá ser muito útil em tomadas de reféns, desde que se esclareça devidamente a função que ele tem a desempenhar e aquilo que espera dele. cWashingtondJune 1979vN.6tPolice Chief (The)x0195-2571pp.30-33 aTOMADA DE REFÉNS aPSICÓLOGO DE POLÍCIA aPRÁTICA POLICIAL aPOWITZKYbRobert J. 1052022-06-069397498aPJcPJn2022-06-06o0rAP