01725nam a2200145 4500001000700000100004100007101000800048200011200056330122800168461010801396606001801504606001401522606001901536700002401555369216 a20010111u y0pory50 ba aeng aObtainig identifiable fingerprints from mummified handsetwo quick and accurate methodsfJeffrey D. Saviano aNuma primeira fase, anterior à identificação de um cadáver (através das impressões digitais), o perito terá de constatar se o corpo se encontra em processo de decomposição e, em caso afirmativo, averiguar as possíveis causas. A condição das mãos do cadáver varia consoante o resultado dos factores biológico e ambiental. Calor seco, juntamente com as correntes de ar, tende a prevenir a decomposição bacteriana (putrefacção). Mas, em situação contrária, o corpo pode vir a sofrer um processo de mumificação. O clima semiárido do Colorado presenteou o autor do artigo com um número de oportunidades para examinar mãos mumificadas. A mumificação dos dedos apresenta quer vantagens, quer desvantagens. Durante toda a análise, deve ter-se um enorme cuidado, sobretudo no corte e no rasqueteio, de modo a prevenir danos, ao nível da epiderme. Se tal não for feito, poder-se-á alterar os resultados. Esta fase é bastante demorada e o corpo deve ser identificado, assim que possível, especialmente em caso de homicídios. Foi, precisamente, esta urgência que conduziu o articulista à procura de novos métodos, os quais tenta explicar ao longo do artigo. cCartervilledJanuary/February 2000vV. 50, n.1tJournal of Forensic Identificationx0898-173Xpp. 13-19 aDACTILOSCOPIA aCADÁVER aESTADOS UNIDOS aSAVIANObJeffrey D.