01580nam a2200253 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200005100067330087000118461007600988606002501064606000901089606001501098606001301113606003001126606002101156606003101177606001001208606001901218606001901237700001701256995005301273366074 a366074 a19990721u y0pory50 ba aeng aSpotlight on ...infeccion controlfLois Pilant aPela sua profissão de risco os funcionários de polícia vêem-se confrontados com investigações em locais de ocorrência de acidentes ou crimes muitas vezes lidando com corpos e recolhendo provas manchadas de sangue, condição que potencializa a contaminação de doenças infecciosas. Embora poucas as estatísticas existentes, dão-se algumas indicações sobre estudos efectuados quer pelo FBI, quer por outros organismos, relativos à contaminação por parte dos funcionários de polícia e respectivo controlo de doenças infecciosas como a sida, a hepatite B, a tuberculose, a meningite. Os cientistas forenses são igualmente objecto de referência, na medida em que constituem uma classe igualmente vulnerável à contaminação pelo facto de constantemente manusearem em laboratórios provas recolhidas no local do crime. cWashingtondNov.1995vV.62,n.11tPolice Chief (The)x0915-2571pp.52-56 aPROFISSÃO DE RISCO aSIDA aHEPATITE B aDOENÇA aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aBIOLOGIA FORENSE aLABORATÓRIO DE POLÍCIA aPROVA aLOCAL DO CRIME aESTADOS UNIDOS aPILANTbLois 1052022-06-069393855aPJcPJn2022-06-06o0rAP