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    <subfield code="a">por</subfield>
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    <subfield code="a">As l&#xE2;mpadas como elemento de prova em acidentes com viaturas autom&#xF3;veis e aeronaves</subfield>
    <subfield code="f">F. Henrique Santos</subfield>
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    <subfield code="a">(*).</subfield>
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    <subfield code="a">I &#x2013; INTRODU&#xC7;&#xC3;ONa d&#xE9;cada de 70, Jacques MATHYER, eminente criminalista su&#xED;&#xE7;o e director do Instituto de Pol&#xED;cia Cient&#xED;fica e de Criminologia de Lausanne, escreveu dois artigos sobre este assunto, que foram, na &#xE9;poca, a primeira grande revis&#xE3;o sobre o estado da arte destes vest&#xED;gios, (1) e (2).A l&#xE2;mpada el&#xE9;ctrica est&#xE1; profusamente difundida por toda a parte, habita&#xE7;&#xE3;o, electrodom&#xE9;sticos diversos, dispositivos de alarme, engenhos explosivos, motociclos, viaturas autom&#xF3;veis, aeronaves, etc. N&#xE3;o espanta pois, que j&#xE1; h&#xE1; cerca de tr&#xEA;s d&#xE9;cadas os cientistas forenses se tenham debru&#xE7;ado sobre a sua estrutura, funcionamento e avarias, quer normais ou acidentais. Uma l&#xE2;mpada el&#xE9;ctrica pode partir-se acidentalmente ou durante uma ac&#xE7;&#xE3;o delituosa e avariar (fundir), enquanto acesa ou apagada. Conforme uma destas situa&#xE7;&#xF5;es ou combina&#xE7;&#xE3;o de qualquer delas, a leitura do estado do seu filamento, ou filamentos - caso das &#xF3;pticas de estrada das viaturas autom&#xF3;veis - podem colher-se informa&#xE7;&#xF5;es preciosas, com relevante valor probat&#xF3;rio na instru&#xE7;&#xE3;o dum processo crime. Sendo assim, estes vest&#xED;gios devem ser colhidos, transportados e mesmo previamente examinados no local do acidente.(Fig. 1 &#x2013; L&#xE2;mpada de halog&#xE9;neo com dois filamentos, de farol de viatura autom&#xF3;vel).Dada a delicadeza deste vest&#xED;gio, deve ser colhido e embalado com todas as cautelas. Na maioria dos casos, a ampola de vidro da l&#xE2;mpada encontra-se partida, ficando o filamento exposto a qualquer traumatismo durante a colheita e ainda mais durante o transporte.(Fig. 2 &#x2013; L&#xE2;mpada de &#xF3;ptica selada usada em aeronaves, para ilumina&#xE7;&#xE3;o da pista de aterragem).Muito embora o exame pericial recaia fundamentalmente no filamento, convem que sejam recolhidos todos os elementos da l&#xE2;mpada que lhe estejam associados, como sejam todos os fragmentos poss&#xED;veis de vidro e casquilho. No caso de &#xF3;pticas seladas, isto &#xE9;, naqueles sistemas integrados de ilumina&#xE7;&#xE3;o, em que todo o farol da viatura &#xE9; uma l&#xE2;mpada, desmonta-se com cuidado este conjunto, sobre o qual incidir&#xE1; o exame pericial. O exame das l&#xE2;mpadas de incandesc&#xEA;ncia permite-nos resumidamente conduzir &#xE0;s seguintes constata&#xE7;&#xF5;es: - o filamento era novo, usado, muito usado ou mesmo j&#xE1; de espessura muito reduzida;(Fig.3 &#x2013; Aspecto de um filamento com muitas horas de trabalho).- o filamento estava inteiro, partido ou desligado do seu suporte; - o filamento estava deformado ou n&#xE3;o; - o filamento estava partido, com fractura abrupta ou com as extremidades arredondadas terminadas com p&#xE9;rola de fus&#xE3;o;- filamento oxidado de cor negra, ou irisada, ou recoberto de uma camada amarela de &#xF3;xido de tungst&#xE9;nio (WO3), que pode ser azul (W2O5) (7);- p&#xE9;rolas ou fragmentos de vidro coladas ao filamento por fus&#xE3;o, com cores diversas; - aus&#xEA;ncia total do filamento; - na face interna dos fragmentos de vidro da ampola, existem dep&#xF3;sitos sob a forma de filme de cor negra, leitosa ou azulada, etc.(Fig.4 &#x2013; Diversas situa&#xE7;&#xF5;es de rompimento ou deforma&#xE7;&#xE3;o de um filamento - adaptado de DOLAN, 1971).Estas situa&#xE7;&#xF5;es podem aparecer isoladas ou em combina&#xE7;&#xE3;o, o que aumenta o poder discriminat&#xF3;rio deste tipo de vest&#xED;gio. Interessa pois, nesta abordagem, saber qual o valor probat&#xF3;rio dos diversos ind&#xED;cios observados sobre uma l&#xE2;mpada inteira ou fragmentada e qual &#xE9; a incid&#xEA;ncia ou peso destas constata&#xE7;&#xF5;es sobre a formula&#xE7;&#xE3;o e conclus&#xE3;o do relat&#xF3;rio do perito. Nas viaturas autom&#xF3;veis as fun&#xE7;&#xF5;es desempenhadas pelas l&#xE2;mpadas exteriores s&#xE3;o de um modo geral as seguintes:- l&#xE2;mpadas de presen&#xE7;a (os m&#xED;nimos &#xE0; frente e as que se mant&#xEA;m acesas na rectaguarda do ve&#xED;culo); - l&#xE2;mpadas de mudan&#xE7;a de direc&#xE7;&#xE3;o, pisca-pisca (sinal intermitente), e farol de marcha atr&#xE1;s; - l&#xE2;mpadas de paragem (s&#xE3;o l&#xE2;mpadas bilux ou de dois filamentos, sendo o mais fino o de presen&#xE7;a da retaguarda e o mais grosso de stop); - l&#xE2;mpadas de ilumina&#xE7;&#xE3;o da estrada (colocadas na frente da viatura, s&#xE3;o l&#xE2;mpadas de dois filamentos, m&#xE9;dios e m&#xE1;ximos, po</subfield>
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    <subfield code="a">dendo ser de &#xF3;ptica selada ou n&#xE3;o). As l&#xE2;mpadas das viaturas autom&#xF3;veis s&#xE3;o de 6 volts ou mais recentemente de 12 volts. Nas aeronaves as l&#xE2;mpadas exteriores s&#xE3;o muito diversificadas, tanto do ponto de vista funcional como estrutural. Em resumo podemos agrupar funcionalmente as l&#xE2;mpadas das aeronaves comuns, passageiros e carga, do seguinte modo:(Fig.5 &#x2013; As letras indicam os locais de implanta&#xE7;&#xE3;o dois principais focos de luzes exteriores de uma aeronave).- l&#xE2;mpadas anticolis&#xE3;o, geralmente quatro, uma no topo do estabilizador vertical da cauda Fig. 5C, ou na linha do dorso, outra na parte mais inferior do bojo e duas situadas nas pontas das asas, geralmente vermelha numa asa e verde na outra. S&#xE3;o l&#xE2;mpadas estrobosc&#xF3;picas de ioniza&#xE7;&#xE3;o de g&#xE1;s, podendo o efeito estrobosc&#xF3;pico em algumas aeronaves ser obtido mecanicamente por rota&#xE7;&#xE3;o alternada de duas l&#xE2;mpadas de filamento. Junto a estas l&#xE2;mpadas estrobosc&#xF3;picas, no caso das asas, existe uma outra de filamento, permanentemente acesa. - l&#xE2;mpadas antigelo, situadas no bojo lateral, pr&#xF3;ximo da inser&#xE7;&#xE3;o das asas, uma de cada lado, e com o feixe de luz dirigido para o bordo de ataque das asas, para permitir a sua inspec&#xE7;&#xE3;o. S&#xE3;o pequenos farolins com filamento Fig. 5G. -	l&#xE2;mpadas de aterragem, as maiores colocadas no bojo da aeronave Fig.5F por baixo da inser&#xE7;&#xE3;o das asas, e uns farolins colocados no trem do nariz Fig.5T. S&#xE3;o &#xF3;pticas seladas de grande pot&#xEA;ncia. Por vezes, algumas destas &#xF3;pticas s&#xE3;o escamoteadas, isto &#xE9;, s&#xF3; se destacam da fuselagem na altura da aterragem.As l&#xE2;mpadas das aeronaves a que fizemos refer&#xEA;ncia s&#xE3;o de 28 volts.Por falta de material na altura da execu&#xE7;&#xE3;o deste estudo, n&#xE3;o foi poss&#xED;vel abordar a morfologia, nomenclatura e composi&#xE7;&#xE3;o dos vest&#xED;gios das l&#xE2;mpadas estrobosc&#xF3;picas por ioniza&#xE7;&#xE3;o de g&#xE1;s.II &#x2013; COLHEITA DOS VEST&#xCD;GIOSAntes de se proceder &#xE0; remo&#xE7;&#xE3;o das l&#xE2;mpadas ou da &#xF3;ptica, anotar quais os interruptores do ve&#xED;culo que est&#xE3;o ligados, sem no entanto os accionar, facto que poderia conduzir &#xE0; destrui&#xE7;&#xE3;o dos vest&#xED;gios. Colocar num saco de pl&#xE1;stico forte, limpo e transparente, todos os fragmentos de l&#xE2;mpada ou &#xF3;ptica selada. Esta embalagem &#xE9; depois colocada numa caixa de cart&#xE3;o forte ou madeira e enviada por m&#xE3;o pr&#xF3;pria (a via postal &#xE9; desaconselhada) para o Laborat&#xF3;rio.Fazer acompanhar os vest&#xED;gios de um relat&#xF3;rio conciso das opera&#xE7;&#xF5;es de colheita e das circunst&#xE2;ncias do acidente (6), incluindo a hora exacta, e fotografia pormenorizada da zona de embate. No caso de acidentes graves, em que da an&#xE1;lise do sistema de ilumina&#xE7;&#xE3;o dependa em grande parte a atribui&#xE7;&#xE3;o de responsabilidades, conv&#xE9;m tamb&#xE9;m retirar todas as l&#xE2;mpadas da &#xE1;rea sinistrada (5), mesmo que n&#xE3;o tenham sido atingidas pelo embate, pois funcionam como indicador do estado geral do sistema de ilumina&#xE7;&#xE3;o anterior ao acidente, e fornecem informa&#xE7;&#xE3;o da viol&#xEA;ncia do embate atrav&#xE9;s da observa&#xE7;&#xE3;o da deforma&#xE7;&#xE3;o do filamento das l&#xE2;mpadas na aus&#xEA;ncia de fractura da ampola de vidro.III &#x2013; OBSERVA&#xC7;&#xC3;O E LEITURA DOS VEST&#xCD;GIOSNa observa&#xE7;&#xE3;o microsc&#xF3;pica, utilizamos uma lupa binocular (4) para prepara&#xE7;&#xE3;o das amostras, destinadas a posterior estudo por microscopia electr&#xF3;nica de varrimento (MEV).O microsc&#xF3;pio electr&#xF3;nico utilizado &#xE9; o modelo STEREOSCAN 260 da Leica, com par&#xE2;metros de trabalho adequados ao estudo de amostras de natureza inorg&#xE2;nica, nomeadamente de superf&#xED;cies met&#xE1;licas. Neste trabalho utilizamos detectores de electr&#xF5;es secund&#xE1;rios e de electr&#xF5;es retrodifundidos. No seguimento da an&#xE1;lise morfol&#xF3;gica, procedeu-se &#xE0; an&#xE1;lise qualitativa das amostras por meio da espectroscopia de fluoresc&#xEA;ncia de raios-X dispersiva de energias, com detector do tipo Sil&#xED;cio- L&#xED;tio de efeito "fotoel&#xE9;ctrico".A energia de excita&#xE7;&#xE3;o utilizada foi de 19 Kv para a generalidade dos elementos, e de 30 Kv para a detec&#xE7;&#xE3;o das linhas de emiss&#xE3;o K do molibd&#xE9;nio (9), devido &#xE0; sobreposi&#xE7;&#xE3;o das linhas L daquele elemento com a linha K do enxofre.A avalia&#xE7;&#xE3;o pericial destes vest&#xED;gios</subfield>
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    <subfield code="a">assenta fundamentalmente na leitura morfol&#xF3;gica do filamento. A uma amplia&#xE7;&#xE3;o de x 450, podem observar-se as estrias da fieira que originou o arame do filamento. Estas estrias apresentam-se n&#xED;tidas e rectil&#xED;neas num filamento novo Fig.6. Com o aumento de horas de utiliza&#xE7;&#xE3;o, o metal vai-se sublimando e deposita-se na parede interna da ampola de vidro da l&#xE2;mpada.(Fig.6 &#x2013; Filamento novo de l&#xE2;mpada de halog&#xE9;neo de viatura autom&#xF3;vel. Bem vis&#xED;veis as estrias da fieira).&#xC9; vulgar verem-se l&#xE2;mpadas totalmente negras, obstruindo por completo a visibilidade dos filamentos. Esta situa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; t&#xED;pica de l&#xE2;mpadas na fase terminal da sua vida &#xFA;til. Mesmo antes de se atingir esta fase, j&#xE1; n&#xE3;o se distingue a maior parte das estrias que acima referimos, e as poucas vis&#xED;veis apresentam o aspecto frisado, com interrup&#xE7;&#xF5;es v&#xE1;rias ao longo do comprimento do filamento Fig.3. Por outro lado, verificam-se grupos de rugas transversais na superf&#xED;cie do filamento. A espessura diminui com o tempo, e torna-se mais atreito a ruptura com choques violentos, a quente Fig.4C, ou a frio Fig.4A, ou com simples trepida&#xE7;&#xE3;o em estradas de piso irregular, mesmo n&#xE3;o implicando a quebra da ampola de vidro. Ainda que n&#xE3;o se verifique a quebra do filamento, pode observar-se a deforma&#xE7;&#xE3;o das espiras Fig.4D. Em filamentos novos, tamb&#xE9;m &#xE9; poss&#xED;vel um certo grau de deforma&#xE7;&#xE3;o, mas com leitura e intensidade diferentes.Por raz&#xF5;es de natureza el&#xE9;ctrica, nomeadamente curto-circuitos, nas instala&#xE7;&#xF5;es el&#xE9;ctricas, os filamentos usados ou novos, podem fundir, mantendo-se inteira a ampola de vidro. Nestes casos, as extremidades interrompidas, apresentam p&#xE9;rola de fus&#xE3;o Fig.4E. Uma l&#xE2;mpada nestas condi&#xE7;&#xF5;es indicia que na ocasi&#xE3;o do acidente j&#xE1; se encontrava inoperante. Pelo contr&#xE1;rio, um filamento interrompido, com as extremidades queimadas e afiladas, e ampola de vidro quebrada na altura do acidente, indicia que a l&#xE2;mpada estava acesa na altura do embate Fig.4B.IV &#x2013; AN&#xC1;LISE E COMPOSI&#xC7;&#xC3;O DOS VEST&#xCD;GIOSidente com viaturas autom&#xF3;veisEm caso de acidente com viaturas autom&#xF3;veis e aeronaves, os vest&#xED;gios das l&#xE2;mpadas de incandesc&#xEA;ncia s&#xE3;o exactamente do mesmo tipo: fragmentos de vidro, restos de filamentos e partes met&#xE1;licas de suporte.Os filamentos s&#xE3;o, na sua generalidade, constitu&#xED;dos por arame de tungst&#xE9;nio, cuja grossura varia na raz&#xE3;o directa da pot&#xEA;ncia da l&#xE2;mpada em watts. Os filamentos s&#xE3;o fixos aos el&#xE9;ctrodos, dos quais recebem energia, por soldadura por pontos, e refor&#xE7;ados no ponto de soldagem com uma bainha ou bastonete met&#xE1;lico em molibd&#xE9;nio.Nas l&#xE2;mpadas de uso dom&#xE9;stico, o filamento &#xE9; rectil&#xED;neo. Nas l&#xE2;mpadas de viaturas e aeronaves, sujeitas normalmente a grande esfor&#xE7;o mec&#xE2;nico, &#xE9; enrolado em h&#xE9;lice, de espiras compactadas e de comprimento reduzido.Os fragmentos de vidro s&#xE3;o compostos por sil&#xED;cio, com pequenas por&#xE7;&#xF5;es de outros elementos met&#xE1;licos, nomeadamente chumbo, s&#xF3;dio, pot&#xE1;ssio e c&#xE1;lcio. Na parede interna da ampola de vidro pode detectar-se tamb&#xE9;m tungst&#xE9;nio, que tem origem na sublima&#xE7;&#xE3;o do metal do filamento, que se deposita nas partes mais frias da l&#xE2;mpada. Os arames (el&#xE9;ctrodos) que suportam o ou os filamentos, s&#xE3;o de molibd&#xE9;nio no caso das l&#xE2;mpadas de halog&#xE9;neo nos autom&#xF3;veis, Fig.1, e de n&#xED;quel nas l&#xE2;mpadas de aeronaves, Fig.2. Nas l&#xE2;mpadas de pisca-pisca e de stop, no caso dos autom&#xF3;veis, os arames de suporte dos filamentos s&#xE3;o de ferro-n&#xED;quel.A barquinha met&#xE1;lica da l&#xE2;mpada da Fig.1 &#xE9; em molibd&#xE9;nio, e a placa met&#xE1;lica da l&#xE2;mpada da Fig.2, &#xE9; em ferro.Tanto a barquinha como a placa met&#xE1;lica, t&#xEA;m por fun&#xE7;&#xE3;o, modelar a forma do feixe luminoso da l&#xE2;mpadaV &#x2013; REFER&#xCA;NCIAS(1) - MATHYER, J. - &#xC9;l&#xE9;ments de Preuves Fournis par l'Examen des Lampes &#xC9;lectriques a Incandescence, Plus Particuli&#xE8;rement de celles de V&#xE9;hicules Impliqu&#xE9;s dans des Accidents de Circulation. Rev. Intern. Police Criminelle, No. 284, p.2, 1975. (2) - MATHYER, J. - Examen des Lampes &#xC9;lectriques a Incandescence Sur les V&#xE9;hicules Impliqu&#xE9;s dans des Accidents</subfield>
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    <subfield code="a">de Circulation. Rev. Intern. Police Criminelle, No. 285, p.34, 1975.(3) - DOLAN, D. N. - Vehicle Lights and Their Use as Evidence. J. For. Sci. Soc. Vol. 11, No. 2, pp. 69 - 82, 1971. (4) - THORNTON, J. I. e outros - Comparison of Tungsten Filaments by Means of the Scanning Electron Microscope. J. For. Sci. Soc. Vol. 11, No. 3, pp. 197 - 200, 1971.(5) - PFISTER, R. e outros - L' examen des restes de lampes &#xE0; incandescence de v&#xE9;hicules accident&#xE9;s: &#xE9;tude statistique de 178 cas. Rev. Intern. de Police Criminelle, No. 379, pp. 146 - 153, 1984.(6) - MACKAY, G. M. - The Role of The Accident Investigator. J. For. Sci. Soc. Vol. 10, pp. 245 - 254, 1970. (7) - THOMPSON, J. W. - Switched On ?. J. For. Sci. Soc. Vol 1 1, No. 3, pp. 15 1 - 152, 1971.(8) - AN&#xD3;NIMO - A Guide to Scanning Microscope Observation. JEOL LTD.(9) - MACHADO, F, - Comunica&#xE7;&#xE3;o Pessoal. Laborat&#xF3;rio de Microscopia Electr&#xF3;nica, Universidade do Minho, Braga, 1996.(ver ilustra&#xE7;&#xF5;es no documento original)</subfield>
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    <subfield code="a">A leitura do estado dos filamentos de uma l&#xE2;mpada el&#xE9;ctrica pode fornecer informa&#xE7;&#xF5;es preciosas de relevante valor probat&#xF3;rio na instru&#xE7;&#xE3;o de um processo crime quando em presen&#xE7;a de acidentes com viaturas autom&#xF3;veis e aeronaves. O artigo fornece indica&#xE7;&#xF5;es &#xFA;teis quanto aos procedimentos a ter quando na presen&#xE7;a de vest&#xED;gios de l&#xE2;mpadas quebradas, objecto de exame pericial, nomeadamente no que se refere &#xE0; colheita dos vest&#xED;gios, transporte, observa&#xE7;&#xE3;o e leitura, an&#xE1;lise e composi&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
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    <subfield code="d">Julho-Dezembro 1996</subfield>
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    <subfield code="a">ACIDENTE RODOVI&#xC1;RIO</subfield>
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