01767nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200005500056330125300111461007901364606001501443606001401458606002101472606002501493606005701518700002201575365508 a19990721u y0pory50 ba aeng aTerrorism and the refugee factorfEdgar O'Ballance aO problema dos refugiados é observado neste artigo sob duas perspectivas. Uma, tem a ver com os milhões de pessoas que fogem em bandos errantes, em pequenos grupos ou simplesmente sós para escapar a regimes ditatoriais, massacres, prisões, torturas,"saneamentos" étcnicos, etc. Relativamente a esta primeira perspectiva, refere-se o papel da UNHCF (Alto Comissariado para os Refugiados) em matéria de apoio e financiamento àqueles refugiados e analisam-se as posições dos governos quanto à forma como são "agrupados" - por causas políticas, por razões económicas, por razões étnicas, etc. Segundo a outra perspectiva, constata-se que quando se pensa em refugiados e terroristas normalmente não é no mesmo contexto, mas a sua relação mútua é mais significativa do que se possa supor. Infelizmente eles são muitas vezes um e o mesmo. Reporta-se como exemplo significativo, a realidade dos campos de refugiados e as condições que aqueles propiciam em termos de afinidades e aproximação com grupos terroristas. Referem-se também as implicações da Convenção de Schengen bem como as decisões emanadas da recente Cimeira da União Europeia realizada em Dublin sobre a mesma Convenção. cWalton-on-ThamesdFebruary 1997vV. 7, n. 2tIntersecx0963-0058pp. 52-54 aTERRORISMO aREFUGIADO aMINORIA ÉTNICA aREFUGIADO POLÍTICO aCONVENÇÃO DE APLICAÇÃO DO ACORDO DE SCHENGEN aO'BALLANCEbEdgar