02120nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200003600056330160400092461007601696606001601772606003001788606004101818606002501859606001801884606001601902700002001918364533 a19990721u y0pory50 ba aeng aManaging murderfMichael Yorath aO autor faz uma abordagem realista sobre o crime de homicídio.Refere que para alguns, ele é visto como um romance de Agatha Christie, cujo leitmotiv se desenvolve apenas na investigação e identificação do homicida, relevando-se para segundo plano o crime em si. Para os media, por exemplo, o homicídio é uma forma de vender informação sensacionalista, onde não faltam os pormenores mais sangrentos. Contudo, o homicídio é, na realidade, horrível, brutal, violento e indescritível, na medida em que só quem o presencia é que se consciencializa do verdadeiro horror. O papel mais doloroso é reservado aos familiares, únicos a sofrer directamente a dor de morte tão violenta. Tendo também sofrido o homicídio da sua própria filha, o autor procura com o presente artigo dar uma perspectiva do pesar, das dificuldades práticas e das necessidades de auxílio, por parte daqueles familiares que passaram por essa experiência, e aconselhar ao mesmo tempo outros funcionários de polícia nos procedimentos a tomar nestas circunstâncias. Cabe ao funcionário de polícia apoiar estes familiares de modo a que seja visto não só como investigador, como também um indivíduo sensível e afectuoso, não só no momento em que se vê confrontado com o dever de comunicar a nefasta notícia, como também ao longo de todo o processo de investigação que se pode seguir. Para finalizar, recomenda os Serviços de Apoio aos familiares de vítimas de homicídio - o SAMM (Support After Murder and Manslaughter) criado no Reino Unido em 1994. cLondond18 August 1995vV.103,n.5331tPolice Reviewx0309-1414pp.26-27 aHOMICÍDIO aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aFORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA aAJUDA ÀS VÍTIMAS aVITIMAÇÃO aREINO UNIDO aYORATHbMichael