01393nam a2200229 4500001000700000100004100007101000800048200008500056330060300141461007800744606002700822606002800849606002900877606003800906606002300944606003600967606002801003606004301031606001801074606003901092700003201131363794 a19990721u y0pory50 ba apor aControlo de circulação de pessoas nas fronteirasfÁlvaro Proença Esteves aArticulista ao fazer uma abordagem à questão do controlo de circulação de pessoas nas fronteiras, começa por mencionar os fundamentos legais das instituições portuguesas que têm essa função. Foca seguidamente questões que se prendem com a criação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), as fronteiras terrestres, as tarefas do controlo de passageiros, a actividade operacional nas fronteiras, o mercado interno comunitário, a permanência dos controlos fixos nas fronteiras terrestres, após 1 de Janeiro de 1993, o Acordo de Schengen e os controlos móveis. cLisboadOutubro-Dezembro 1993vV. 5, n.º 4tPela Lei e pela Greipp. 5-8 aCONTROLO FRONTEIRIÇO aCONTROLO DE PASSAGEIROS aCONTROLO DE ESTRANGEIROS aCOOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA aACORDO DE SCHENGEN aLIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS aCOOPERAÇÃO POLICIAL aSERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS aGUARDA FISCAL aPOLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA aESTEVESbÁlvaro Proença