01517nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200011600056311016400172463016600336330064100502606001401143606001901157606002201176606003501198606002801233606002101261700004101282363129 a20190206u y0pory50 ba apor aRecurso a armas de fogo contra pessoas em ações policiaiseemoçõesfEzequiel Agostinho Maciel Rodrigues aIn: Segurança interna : desafios na sociedade de risco mundial / coord. Nuno Poiares, Rui Marta. - Lisboa : ISCPSI, 2018. ISBN 978-972-8630-27-0. p. 141-151. tIn: Segurança interna : desafios na sociedade de risco mundial / coord. Nuno Poiares, Rui Marta. - Lisboa : ISCPSI, 2018. ISBN 978-972-8630-27-0. p. 141-151..  aA dogmática jurídico-penal dominante rejeita a possibilidade de os agentes policiais não serem punidos nas situações em que cometem excesso de legítima defesa devido a perturbação, medo ou susto, por o não controlo individual destes estados de afeto asténicos lhes ser sempre censurável, contrariamente ao que se admite para o cidadão comum. Neste artigo, o autor problematiza esta questão no âmbito específico da legítima defesa policial com recurso ao disparo de arma de fogo contra o agressor, apresentando argumentos e dados empíricos que sustentam a sua discordância com a doutrina prevalecente. aPOLÍCIA aUSO DE FORÇA aLEGÍTIMA DEFESA aUTILIZAÇÃO DE ARMA DE FOGO aANÁLISE PSICOLÓGICA aJURISPRUDÊNCIA aRODRIGUESbEzequiel Agostinho Maciel