01744nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200017600056311024300232463024500475330062700720606000801347606001801355606003001373606003901403606003201442606002701474606001901501700001801520363007 a20151013u y0pory50 ba apor aOs constrangimentos práticos da investigação criminal em Portugal e suas repercussões na aplicabilidade da base de dados de ADNbRecurso eletrónicofSusana Costa aIn: Bases de dados genéticos forenses : tecnologias de controlo e ordem social / org. Helena Machado, Helena Moniz. – Coimbra: Coimbra Editora, 2014. – p. 229-267. - ISBN 978-972-32-2225-8. Ficheiro de 246 KB em formato PDF (40 p.). tIn: Bases de dados genéticos forenses : tecnologias de controlo e ordem social / org. Helena Machado, Helena Moniz. – Coimbra: Coimbra Editora, 2014. – p. 229-267. - ISBN 978-972-32-2225-8. Ficheiro de 246 KB em formato PDF (40 p.)..  a1. Introdução. 2. A Lei n.º 5/2008. 3. A cientifização do trabalho policial. 3.1. Os constrangimentos da investigação criminal em Portugal. Formação específica em cenário de crime. Dotação de recursos humanos. Acondicionamento dos vestígios. Posicionamento face ao local. Diferentes perspetivas de gestão da cena de crime. 4. A base de dados de perfis de ADN no terreno. 4.1. O potencial da identificação por ADN contexto português. 4.2. Descrença na eficácia da base de dados genéticos forense. 4.3. Um balanço preliminar da lei em vigor no contexto português. 5. Conclusão. aADN aBASE DE DADOS aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aPOLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA aGUARDA NACIONAL REPUBLICANA aPOLÍCIA JUDICIÁRIA aLEGISLAÇÃO aCostabSusana