018970000a22001930004500001000700000100004100007101000800048101000800056135000600064200010100070210000900171330125500180463015901435606003701594606001201631606003701643666000601680700001701686341834 a20220318 pory50  apor aeng au aA do e a do fetiches e museus : performance, falso, coleção, ilícito, mercadofLeonor Sá d2012 aEste artigo aborda os falsos oriundos do Museu de Polícia Judiciária presentes na exposição Collecting Colletions and Concepts, uma viagem iconoclasta por coleções de coisas em formas de assim e o tema dos falsos no geral, de um ponto de vista semiótico abrangente. O texto começa por defender que a marca distintiva destes falsos não é a sua (débil) qualidade estética, mas a sua carga semiótica enquanto "objeto do crime", ligada a temas míticos de transgressão e reposição da ordem, revitalizados na contemporaneidade pelo género policial de um modo exuberante e "transvisualmente" contaminador. De seguida, o texto foca os falsos como fetiches, a diversos níveis, que florescem no clima propício de especulação financeira, glamour e do meio artístico contemporâneo. Finalizando, o texto sustenta que a musealização dos falsos se dá sobretudo através de rituais de reabilitação que, seguindo os ideais museológicos mais tradicionais, lhes atribuem valores e objetivos pedagógicos. No final conclui-se que, malgré tout, os novos falsos expurgados e musealizados mantêm a ambiguidade atávica que lhes é inerente e que lhes confere um fascínio tão vivo - quanto controverso. tCollecting collections and concepts : uma viagem iconoclasta por coleções de coisas em forma de assim/QRE; FEDR; PORN.- Guimarães; 2012. - p.122-127 aFALSIFICAÇÃO DE OBRA DE ARTE aPINTURA aPOLÍCIA JUDICIÁRIAyPORTUGAL a0 aSá, Leonor