016950000a22001810004500001000700000100004100007101000800048135000600056200009700062330118700159461006401346606001601410606001401426606001201440606003501452666000601487700002001493341477 a20220318 pory50  aeng au aTheorising performative violence : adical Islam and beheading in perspectivefAmalendu Misra aO ensaio explora uma das mais decisivas e profundas variantes da violência corporal – a decapitação. Em tempos, comum a todas as culturas, esta forma de punição desapareceu na maioria das sociedades modernas. No entanto, existem algumas sociedades que incentivam a decapitação por motivos religiosos ou culturais. O estudo procura examinar e compreender os propósitos autóctones e os significados culturais do ritual da decapitação. A preocupação central é: porquê decapitar? Muitas vezes é difícil e quase impossível obter uma resposta direta da cultura ou do indivíduo que é o coração deste acto sangrento. Propõe-se uma linha argumentativa que problematiza a decapitação no contexto contemporâneo. Concomitantemente, examinam-se várias perspetivas teóricas e filosóficas que ajudam a enquadrar este fenómeno. De acordo com a avaliação empírica, confinamos a discussão a dois casos contemporâneos bem conhecidos: os casos esporádicos de decapitação por parte dos talibãs no Afeganistão e os métodos de execução pública conduzidos pelos militantes do (autodenominado) Estado Islâmico (EI). tNação e Defesa. - Nº148 (janeiro-março 2018),p.28-42 aVIOLÊNCIA aISLAMISMO aTALIBAN aESTUDO DE CASOSyAFEGANISTÃO a0 aMisra, Amalendu