025060000a22001810004500001000700000100004100007101000800048135000600056200012400062210000900186328042100195330153600616461007102152606002902223606002902252606003702281666000602318341386 a20220318 pory50  apor au aTraços e perfis de cultura na polícia : o caso da polícia de segurança pública de BragafVera Mónica Duarte d2006 a aEste artigo pretende apresentar as conclusões de uma pesquisa realizada no âmbito de uma dissertação de mestrado em Sociologia sobre a Cultura Organizacional da Polícia de Segurança Pública. Ao procurar compreender as dinâmicas subjacentes às diferentes apropriações de cultura organizacional e a forma como as mesmas influenciam as percepções (sub)culturais sobre os papéis e a função policial, conceitos como organização policial, clima organizacional, (sub)cultura (s) organizacional (is) e ocupacional (is) surgem como os principais desafios teóricos. Os perfis de cultura traçados procedem da utilização do Modelo dos Valores Contrastantes de Quinn e colaboradores, um modelo útil de diagnóstico que encara o clima e a cultura organizacionais como conceitos amalgamados e procura apreender os contrastes e os paradoxos organizacionais. Adoptou-se uma metodologia predominantemente quantitativa, nomeadamente com recurso ao inquérito por questionário. Os resultados sugerem a existência de uma cultura organizacional que, apesar de expressar variações subculturais,reúne percepções compartilhadas e consensuais marcadas pelo senso de missão e por uma condição policial que surge como resultado de uma socialização comum e de um “ethos” policial assente em experiências preservadoras da cultura e em competências exclusivas de protecção e de utilidade social institucionalizadas na licença e no mandato confiados pela autoridade política. tPolícia e justiça. - S.3, nº8 (julho-dezembro 2006),p.409-428 aPOLÍCIA DE SEGURANÇA aORGANIZAÇÃO POLICIAL aCULTURA ORGANIZACIONALyPORTUGAL a0