020440000a22002170004500001000700000100004100007101000800048135000600056200007900062210000900141330058900150330079500739461014601534606002501680606001501705606002001720606002001740606002401760666000601784700003601790341239 a20220318 pory50  apor au aSádico ou não-sádico, eis a questãofJosé Martins Barra da Costa d2013 a"Em primeiro lugar, é óbvia a importância deste conceito em termos de investigação criminal, apenas se podendo falar de sadismo se um comportamento for infligido intencionalmente a uma vítima consciente, com a finalidade de atingir a satisfação sexual. Depois,os actos postmortem (tais como a necrofilia), ou actos cometidos numa vítima inconsciente, não devem ser descritos como sádicos. Finalmente, os sádicos gostam de manter vivas e conscientes as vítimas, tanto tempo quanto possível, a fim de prosseguir a sua satisfação com o sofrimento delas. " a"Sadismo é a temática que melhor cruza a aliança "crime, sexo e violência". Os nossos argumentos percorrem, primeiro, campos relacionados com as "indefinições" do próprio conceito (o termo sadismo deve ser utilizado quando hà imposição intencional de sofrimento físico ou psicológico, associada a excitação sexual ou gratificação por parte do agressor), seguindo-se uma clarificação sobre a confusão entre sadismo e lustmurder, no pressuposto de que todos os homicídios sádicos podem ser classificados como "homicídios por luxúria", mas nem todos os lustmurder envolvem sadismo. Num segundo momento apresentamos exemplos de casos em que o comportamento do agressor foi rotulado como sádico ou como não-sádico, nem sempre correctamente." tInvestigação criminal = Revista semestral de investigação criminal, ciências criminais e forenses. - Nº6 (dezembro 2013),p.127-141 aCOMPORTAMENTO SEXUAL aPSICOPATIA aAGRESSOR SEXUAL aESTUDO DE CASOS aESTUDO DE OPINIÃO a0 aCosta, José Martins Barra da