015250000a22001810004500001000700000100004100007101000800048200007900056210000900135310001100144330099100155461009601146606001301242606002501255606001701280606002101297700002501318341023 a20220318 pory50  apor aDelinquência juvenil e amplificação mediáticafMaria José Brites d2011 aoferta aO papel dos media enquanto amplificadores da realidade social é determinante para a criação de imagens sociais positivas e negativas de determinados actores, partindo da análise quantitativa e qualitativa do Público e do Correio da Manhã, bem como de entrevistas a forças policias e a jornalistas, neste artigo pretende-se apresentar alguns elementos da cobertura noticioasa da delinquência juvenil, numa análise longitudinal de 1993 a 2003, embora centrada na segunda metade de 2000. A identificação jornalística da acção grupal ou individual, dos ilícitos e dos espaços onde ocorrem os actos delinquentes (sobretudo urbanos) dá conta de factos mas também da ampliação dos mesmos. Uma das marcas da cobertura jornalística extra-rotina foi o recurso ao género opinião em matérias relacionadas com a delinquência juvenil, especificamente na segunda metade de 2000, dominada pela cobertura de problemas na Linha de Cascais e do Caso CREL. tOusar Integrar : revista de reinserção social e prova. - Ano4,nº9 (junho 2011),p.45-60 aGÉNERO aINSEGURANÇA URBANA aMASS MÉDIA aANÁLISE SOCIAL aBrites, Maria José