010600000a22001690004500001000700000100004100007101000800048200002900056210000900085330061700094461006000711606002200771606001600793606000900809606004900818700002300867340958 a20220318 pory50  apor aCrisefAntónio Tavares d2010 aComo o sistema de gestão de crises deverá estar apto a responder em várias áreas transversais que sustentam a vida da nossa sociedade, é imperativo que, tal como acontece noutros países, na NATO e na UE, este apoie o mais elevado patamar da acção governativa, ou seja, o Primeiro-Ministro, deverá ter um conjunto de pessoas que funcione como um estado-maior de aconselhamento e ter capacidade para envolver os ministérios ao nível da execução, com a polivalência e a flexibilidade que garantam a máxima universalidade da resposta perante os diversos cenários possíveis de crise. tPlaneamento Civil de Emergência. - Nº22 (2010),p.4-9 aGESTÃO DE CRISE aPLANEAMENTO aNATO aCOOPERAÇÃO INTERNACIONALyUNIAO EUROPEIA aTavares, António