016310000a22001810004500001000700000100004100007101000800048200012600056210000900182330104600191461006701237606001201304606002001316606002801336606002901364700001801393700003801411340873 a20220318 pory50  apor aPerturbação mental e ideação suicída entre reclusos preventivosfNuno Moreira, co-aut.Rui Abrunhosa Gonçalves d2010 aO estudo apresentado, tendo um carácter exploratório, logra obter contudo alguns dados interessantes e que abrem caminho a futuras investigações. Assim, de um lado verifica-se que a entrada para a prisão constitui um momento "choque" para muitos a indivíduos e que, pelo facto de muitos deles evidenciarem vulnerabilidades psicológicas significativas, a ideação suicida parece como uma "estratégia adaptativa"- ainda que paradoxal- ao cumprimento da pena, que permanece ao longo do tempo de reclusão. Por outro lado, e tendo em conta que uma parte significativa da amostra deixa de evidenciar sintomatologia psicopatológica após seis meses de execução da pena, é lícito pensar que não só tais reclusos poderão ser portadores de factores protectivos que aumentem a sua resiliência, como também se pode alvitrar que a prisão enquanto instituição normativa e prestadora de cuidados, pode ter contribuído para uma maior estruturação apaziguando, aos poucos, o seu sofrimento psicológico. tAnálise psicológica. - S.28,nº1 (jan.-mar.2010),p.133-148 aRECLUSO aDOENÇA MENTAL aSUICÍDIO NA PRISÃO  aPSICOPATOLOGIAyPORTUGAL aMoreira, Nuno aGONÇALVESbRui Abrunhosaf1958-