018770000a22001810004500001000700000100004100007101000800048200010500056330129700161461006901458606003001527606002001557606003001577606002301607606003301630700001501663701001701678340498 a20220318 pory50  apor aThe irish case : the europeanisation of priorities and policy issues? fBen Tonra, co-aut.Sonja Kopf aO fim da Guerra Fria veio alterar concepções de segurança do mesmo modo que os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001 vieram a condicionar o sentido de mudança. Simultâneamente, levaram a maior parte , senão todos os Estados , a reavaliar as suas prioridades de segurança e defesa, e na maioria dos casos, a adaptar as suas parcerias e capacidades, de maneira a poder responder ás novas ou recém-avaliadas ameaças de segurança. Esta alteração teve impacto óbvio nos assuntos militares nacionais. Como Edmunds afirma, "o fim da Guerra Fria removeu a lenta estratégia dominante, através da qual as forças armadas se tinham desenvolvido e entendido". São menos claras , porém, as implicações para os pequenos Estados europeus, de que a República da Irlanda é um exemplo. Este artigo avalia os desafios políticos no quadro das políticas de segurança e defesa irlandesas na sequência destas mudanças no ambiente de segurança internacional. A relação irlandesa com a ONU, NATO e mesmo com a UE teve de se adaptar tendo em conta a nova situação, desenvolvendo-se novas políticas e suas potencias explicações, como a crescente europeização. O objectivo é demonstrar a sua evolução no âmbito do contexto irlandês. tNação e Defesa. - S.3,nº118 (outono-inverno 2007),p.183-202 aPOLÍTICA DE SEGURANÇA aDEFESA NACIONAL aSEGURANÇA INTERNACIONAL aPOLÍTICA EXTERNA aONUyIRLANDAyUNIAO EUROPEIA aTonra, Ben akopff, Sonja