019240000a22002170004500001000700000100004100007101000800048200009900056210000900155330123800164461006301402606001901465606002501484606003001509606002001539606003301559606003301592606000901625606005301634700001901687340493 a20220318 pory50  apor aO modus operandi de segurança e defesa de um pequeno estado euro-atlântico fMiguel Freire d2007 aA investigação teve por objectivo analisar a implementação da política de segurança e defesa de Portugal, enquanto Estado com interesses próprios e membro da Nato e da UE. O estudo de caso reportou-se ao processo político que envolveu a participação de tropas portuguesas no Kosovo, com início e, 1999, e em Timor, em 2000, e o consequente reajuste a estes empenhamentos, durante 2001. A identidade euro-atlântica de Portugal , marcada pela relação histórica e afectiva a Timor esteve presente no interesse nacional e, no caso particular em estudo prevaleceu nas opções tomadas. Com este estudo identificou-se o que poderão ser tendências de pequenos Estados na implementação de estratégias de segurança e defesa, de forma a conciliaros seus compromissos internacionais e os seus interesses individuais . Em primeiro , o primado do interesse nacional, os pequenos Estados não são diferentes das grandes potências. Em segundo lugar, nas alianças podeocorrer alternância entre estratégias de coesão e de oportunismo; e finalmente , o compromisso através de um empenhamento operacional liberto de caveats, apostando em contribuições qualitativas em vez de quantitativas. tNação e Defesa. - S.3,nº118 (outono-inverno),p.69-105 aMODUS OPERANDI aSEGURANÇA NACIONAL aPOLÍTICA DE SEGURANÇA aDEFESA NACIONAL aESTRATÉGIAS DE SEGURANÇA aCOOPERAÇÃO INTERNACIONAL aNATO aSEGURANÇA INTERNACIONALyTIMOR-LESTEyPORTUGAL aFreire, Miguel