017300000a22002050004500001000700000100004100007101000800048200007200056210003400128215001800162310002100180330114800201606002501349606002901374606002501403606005101428666000601479700001801485702002101503337437 a20220318 pory50  apor aO ofício de revolucionáriofVictor Serge; trad.Maria Luísa A. aLisboad1968cMoraes Editores a445 p.d22 cm aoferta de M.A.C. aDevemos concluir pela inexistência de fatalidade, pelo poder do homem e pela responsabilidade pessoal. A conclusão não é pessimista; mas condena os sistemas que concentram demasiado poder na mão de alguns, determinando uma selecção às avessas e abolindo o controlo - ainda que imperfeito-do poder pelo homem vulgar, isto é, paralisando a consciência pública.Não é já aos revolucionários que se deve pedir responsabilidades pela revolução universal, mas sim aos despotismos e à técnica do mundo que rompe brutalmente com o passado e põe povos de continentes inteiros na contigência de recomeçarem a vida em bases novas. Que essas bases devam assentar na justiça social, na organização racional, no respeito da pessoa e da liberdade, é para mim facto indiscutível- que aliás parece ir-se impondo, apesar da desumanidade da época contemporânea. O amanhã aparece mais rico em possibilidades do que tudo quanto pudemos algum dia imaginar. Tenho esperança de que a paixão, a experiência, e até os erros da minha geração de luta ajudam a iluminar um pouco as sendas do futuro. aIDEOLOGIA POLÍTICA aINTELIGÊNCIA EMOCIONAL aHISTÓRIA UNIVERSAL aCIÊNCIAS HUMANASyEUROPAyRÚSSIAyMÉXICO a0 aSerge, Victor aA. Maria Luísa