019450000a22003010004500001000700000090001100007100004100018101000800059135000600067200005100073210003600124215001800160225002100178310002100199330119000220606002001410666000601430700003101436920000601467921000601473932000601479935000601485936000601491937000601497938000701503999000601510995012701516337417 a337417 a20220318 pory50  apor au aOs infortúnios da virtudefMarquês de Sade aLisboad1973cEditorial Minerva a209 p.c18 cm aMinerva de Bolso aoferta de M.A.C. aO Marquês de Sade afirmou, com fulgor, a sua vocação de homem de letras-escritor e filósofo-quando, no alvorecer do seu sétimo mês de cativeiro, em 23 de Junho de 1787, iniciou, na sua cela da Torre da Liberdade, na Bastilha, a redacção do seu conto filosófico , que ficaria concluído no dia 8 de Julho. No dia 1 de Outubro de 1788, a dar crédito ao Catálogo Lógico da sua obra, que então organizou, tinha no activo numerosas comédias, três dramas, uma tragédia, uma ópera cómica, dois romances-Aline e Valcour ou o Romance Filosófico e Justine ou As Desventuras da Virtude, segundo versão dos Infortúnios, composta a partir de Agosto e uma grande quantidade de contos e novelas, sem esquecer o Diálogo Entre um Padre e um Moribundo, escrito em 1782, e Os cento e vinte dias de Sodoma, ou a Escola de Libertinagem, concluídos em 1785. Apesar de mediocre, o teatro ajudou Sade a exercitar a pena. Nascido de uma paixão ininterrupta, até à morte, pelo espectáculo, foi, para aquele emparedado vivo, uma forma privilegiada de reencontro com o passado faustoso das festas de La Coste e do castelo d'Evry. aROMANCE9320176 a0 aSade, Marquês de9326349 an aa ad ak ay a0 aba an 104IPJCCVR_428_00000000000000052022-03-186IPJCC88889365090aPJcIPJCCfIPJCC CID88889620kIPJCCVR428n2022-03-18o0rMO