020850000a22003010004500001000700000090001100007100004100018101000800059135000600067200005600073210004500129215001800174225003300192310002100225330129000246606003401536666000601570700003301576920000601609921000601615932000601621935000601627936000601633937000601639938000701645999000601652995012501658337408 a337408 a20220318 pory50  apor au aA crise do estado providênciafPierre Rosanvallon aLisboad1981cEditorial Inquérito, Lda a144 p.d18 cm aColecção Perspectivasv1 aoferta de M.A.C. aO Estado-Providência sofre de uma crise profunda. Se continuassem a aumentar ao ritmo actual, as despesas com a saúde absorveriam, dentro de trinta anos, a quase totalidade dos recursos disponíveis. A progressão regular dos descontos obrigatórios (impostos e cotizações sociais) põe em perigo a competividade das empresas e o dinamismo da economia. Mas,mais ainda do que económica, a crise do Estado-Providência é social e cultural: é sintoma disso a segmentação da sociedade em interesses corporativistas, a qual constitui ao mesmo tempo o principal obstáculo no caminho da mudança. Somos assim chamados a recuperar o (real, em certos domínios da protecção sanitária, nomeadamente) em relação às sociais-democracias, precisamente na altura em que os seus fundamentos vacilam por toda a parte. Como superar esta situação? No presente ensaio, Pierre Rosanvallon, economista e professor na Escola de Altos Estudos de Paris, traça perspectivas de saída, dando o seu contributo para a definição de um novo espaço pós-social democrata. Rosanvallon propõe a substituição da lógica clássica da estatização do social pela tripla dinâmica da socialização, da descentralização e da automatização. aESTADO NOVOyPORTUGAL9101694 a0 aRosanvallon, Pierre 9326339 an aa ad ak ay a0 aba an 104IPJCCS_548_00000000000000052022-03-186IPJCC87439365081aPJcIPJCCfIPJCC CID87439611kIPJCCS548n2022-03-18o0rMO