015330000a22002410004500001000700000010001800007100004100025101000800066135000600074200008700080210005700167215001800224225003100242310001100273330074100284606001501025606002601040606002801066606001701094606011701111666000601228710005701234337330 a9789899839601 a20220318 pory50  apor au aVI Encontro de museus de países e comunidades de língua portuguesa : atas 2012 aLisboad2013cComissão Nacional Portuguesa do ICOM a347 p.d30 cm aFundação Orientev2011 aoferta aA presente fala se estrutura em três segmentos em torno da problematização da lusofona, a fim de refletir sobre as condições para pleno benefício na atividade museal. De início, afirma-se que todo ato verbal supõe uma partilha de identidade, em que releva notar o caráter pragmático da enunciação. Por outro lado, discute-se o papel da linguagem em relação ao mundo sensorial - de que fazem parte os objetos de museu- e suas limitações. A seguir, procura-se caracterizar a relevância e a dignidade da sensorialidade (não confundir com sensualidade) para a condição humana. Finalmente, apresentam-se os conflitos, no museu, entre o verbal e o sensorial e os caminhos positivos que se podem propor. aMUSEOLOGIA aPATRIMÓNIO CULTURAL aCOOPERAÇÃO CULTURAL aFORMAÇÃO aARQUITECTURAyBRASILyCABO VERDEyGUINÉ-BISSAUyMOÇAMBIQUEySÃO TOMÉ E PRÍNCIPEyTIMOR-LESTEyPORTUGAL a0 aComunidade dos Países de Língua Portuguesa. CPLP