053830000a22003130004500001000700000010001500007100004100022101000800063200022900071210007000300215001800370225003900388310001100427330416300438606002604601606002604627606003704653606003204690606003204722606004004754606001804794606002104812606003004833700003904863701002504902701002104927710006604948712005505014335004 a9725973066 a20220318 pory50  apor aTráfico de mulheres em Portugal para fins de exploração sexual = rafficking in women for the purposes of sexual exploitation in PortugalfBoaventura de Sousa e Santos, co-aut.Conceição Gomes, co-aut.Madalena Duarte aLisboad2009cComissão para a Cidadania e Igualdade de Género a623 p.d24 cm aColecção estudos de género 5 aoferta aIntrodução geral. Capítulo I - O tráfico de mulheres para fins de exploração sexual: linhas teóricas de análise. 1. Tráfico de mulheres: as dificuldades conceptuais. 2. Mapa do tráfico: as rotas da globalização neoliberal. 3. Construindo o perfil da "vítima". 3.1 A feminização da pobreza 3.2 Aspectos culturais. 3.3 As mulheres migrantes. 3.4 As mulheres e a guerra. 4. O tráfico de pessoas como um processo. 4.1 As formas de organização do tráfico. 4.2 O recrutamento. 4.3 O transporte. 4.4 A distribuição e formas de controlo. 5. A procura como elemento determinante. 6. Em busca de soluções: respostas ao tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. 6.1 O papel dos Governos. 6.2 O papel das ONGs. 6.3 O discurso internacional dos direitos humanos. Capítulo II - O enquadramento legal. 1. O tráfico de mulheres para fins de exploração sexual no direito internacional. 2. A evolução do quadro legal português. 2.1 Do Código Penal de 1982 ao actual regime. 2.2 A reforma do Código Penal de 1995: o reforço da tutela da protecção da pessoa humana. 2.3 A reforma do Código Penal de 1998 e de 2001. 2.3.1 A constitucionalidade do artigo 170.º do Código Penal (crime de lenocínio). 2.5 A revisão do Código Penal de 2007. 2.6 A revisão do Código de Processo Penal de 2007. 3. Outros instrumentos normativos relevantes. 3.1 A protecção das vítimas. 3.2 A protecção de testemunhas. 3.3 A imigração ilegal. 4. A acção investigatória. 4.1. A competência e a articulação das várias polícias. Capítulo III - O tráfico de mulheres para fins de exploração sexual em Portugal: caracterização do fenómeno. 1. Introdução e notas metodológicas. 2. As "cifras negras": entre as percepções e os números. 2.1 Os números possíveis: alguns indicadores. 2.1.1 Os processos judiciais. 2.1.2 Os dados da Polícia Judiciária. 2.1.3 Os dados da Guarda Nacional Republicana. 2.1.4 Os dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. 2.2 As percepções. 3. Portugal nas rotas mundiais do tráfico. 4. Tráfico e prostituição. 4.1 Tipos de prostituição. 4.2 Os clientes. 4.3 O tráfico na prostituição. 5. As vítimas. 6. Traficantes: perfil e modus operandi. 7. O tráfico sexual em Portugal: alguns casos judiciais. Capítulo IV - Estudos de Caso. 1. Introdução e notas metodológicas. 2. O Distrito da Guarda. 2.1 A prostituição de mulheres no Distrito da Guarda. 2.2 A análise da oferta de serviços sexuais em jornais. 2.3 A observação em "casas de alterne". 2.4 Percepções sobre o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. 3. O Distrito de Aveiro. 3.1 A prostituição de mulheres em Aveiro. 3.2 A análise da oferta de serviços sexuais em jornais. 3.3 A observação em "casas de alterne". 3.4 Percepções sobre o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. 4. O Distrito de Lisboa. 4.1 A prostituição de mulheres em Lisboa. 4.2 A análise da oferta de serviços sexuais em jornais. 4.3 A observação em "casas de alterne". 4.4 Percepções sobre o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. Capítulo V - As respostas da sociedade civil às mulheres vítimas de tráfico sexual. 1. Que entidades prestam apoio? 2. Como surgem as vítimas? 3. Os apoios e as dificuldades. Capítulo VI - Law in books and law in action: bloqueios na investigação do tráfico de mulheres para fins de exploração sexual em Portugal. 1. O enquadramento legal: definição do tipo de crime. 2. A aplicação da Lei de Organização da Investigação Criminal no olhar dos operadores judiciários. 2.1 A dispersão das competências para a investigação criminal pelos diferentes órgãos de polícia criminal. 2.2 O papel do Ministério Público. 3. Outros bloqueios na investigação. 4. A formação dos agentes policiais e judiciários. 5. As novas alterações legislativas. Conclusões e recomendações II. Conclusões. II. Algumas recomendações. Referências bibliográficas. aTRÁFICO DE MULHERES aEXPLORAÇÃO SEXUAL aPERFIL PSICOLÓGICO DA VÍTIMA aCRIMINALIDADE TRANSNACIONAL aCOMBATE AO CRIME ORGANIZADO aDIREITO INTERNACIONAL HUMANITÁRIO aREFORMA PENAL aPROSTITUIÇÃO aESTUDO DE CASOSyPORTUGAL aSANTOSbBoaventura de Sousaf1940- aGomesbConceição aDuartebMadalena aPortugal. Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género aPortugal. bPresidência do Conselho de Ministros