01694nam a2200229 450000100060000010000410000610100080004720001540005533009440020946100810115360600150123460600130124960600180126260600190128060600160129960600110131570000380132670100230136470100360138770100320142385200090145525816 a20210312c2020 y0pory50 ba apor aA (re)produção de uma sentençaenarrativas uníssonas sobre feminicídio em tribunais do júrifHelma Janielle Souza de Oliveira...[et.al.] aEste trabalho parte de uma pesquisa empírica realizada nos tribunais do júri de João Pessoa, Paraíba, no Brasil, junto aos operadores jurídicos e juízes leigos, entre 2016 e 2018. Através de entrevistas semiestruturadas, acompanhamos a inserção da categoria feminicídio pela Lei n.º 13.104/2015 nas narrativas e nas percepções das circunstâncias constituintes do crime pelos agentes de justiça. Isto evidenciou as conexões discursivas entre os cenários de violência doméstica, familiar e afetivo-conjugal e as mortes violentas de mulheres. Não obstante a sedimentação de uma linguagem de prevenção e combate à violência doméstica, notamos que a Lei de Feminicídio não é apreendida em sua plenitude, deixando à margem outras vidas e circunstâncias letais. Assim, há contextos, relações sociais e sujeitas que seguem invisíveis à apreensão dos agentes de justiça.  vN.122dset. 2020pp. 31-52tRevista Crítica de Ciências SociaiscCoimbra aSOCIOLOGIA aGÉNERO aFEMINICÍDIO aPODER JUDICIAL aSEXUALIDADE aBRASIL aOLIVEIRAbHelma Janielle Souza de aZAMBONIbMarcela  aNASCIMENTObEmylli Tavares do  aLEITEbDiego Brito da Cunha jPP82