02112nam a2200193 450000100060000010000410000610100080004720000770005533015250013246101020165760600170175960600150177660600200179160600320181160600130184360600330185670000190188985200100190825114 a20200203c2011 y0pory50 ba apor aEstudo de tipologias de agressores conjugais em prisõesfIsmael Loinaz aAs investigações mostram que os agressores conjugais constituem um grupo muito heterogéneo, pelo que as intervenções padronizadas podem revelar-se ineficazes. O objectivo deste estudo consiste em validar a primeira abordagem tipológica realizada com agressores numa amostra espanhola. Seguindo a metodologia internacional, foi aplicada um protocolo de avaliação que abrangia as seguintes variáveis: auto-estima, distorções cognitivas, distúrbios de personalidade, raiva, conflitos conjugais, impulsividade, vinculação, empatia e desejabilidade social. Cinquenta reclusos do Centro Penitenciario Brians-2 (Catalunha), condenados por um crime em que a vítima era a parceira ou ex-parceira, foram avaliados entre os meses de Abril e Outubro de 2009. A análise de clusters permitiu classificar a amostra em dois grupos: o grupo 1 (23 sujeitos) corresponderia ao sub-tipo normalizado: baixa psicopatologia, maior empatia e vinculação segura. O Grupo 2 (27 sujeitos) poderia ser etiquetado como anti-social ou patológico, apresentando psicopatologia superior, antecedentes criminais e impulsividade, menor empatia e vinculação insegura/hostil. Os resultados apontam para a necessidade de aplicação de programas de tratamento diferenciados que permitam gerir de forma mais produtiva os recursos disponíveis, tornar a intervenção mais eficaz (menor reincidência), antecipar o comportamento do grupo e desenhar acções concretas com vista à sua evolução favorável. vA. 4, n.9djunho 2011pp.23-34tOusar Integrar - Revista de Reinserção Social e ProvacLisboa aCRIMINOLOGIA aPSICOLOGIA aPERFIL CRIMINAL aVIOLÊNCIA CONTRA A MULHER aAGRESSOR aDISTÚRBIO DA PERSONALIDADE aLOINAZbIsmael jPP321