01551nam a2200181 450000100060000010000410000610100080004720000710005533010420012646100910116860600150125960600160127460600190129060600130130970000190132270100180134185200100135924444 a20120727c2012 y0pory50 ba apor aObjecto transitivo na adolescênciaecompanhia nas horas tristes? aO termo objecto transitivo foi introduzido por Winnicott em 1953, que enfatizou a importância da ligação entre o objecto transitivo e a criança. Através desta ligação a criança relaciona-se simbolicamente com a mãe. O objecto transitivo surge entre os 4 e os 12 meses. A maioria dos estudos dos objectos transitivos é feita em crianças, no entanto, existem outros estudos que evidenciam o papel do objecto transitivo após a infância e que este fenómeno não é raro em adolescentes e mesmo nos adultos. Vários destes estudos correlacionam o uso do objecto transitivo e a depressão na adolescência. Apresenta-se dois casos clínicos de duas adolescentes onde se ilustra o uso prolongado do objecto transitivo na adolescência. A propósito das vinhetas clínicas far-se-á uma revisão bibliográfica dos estudos onde se aborda a prevalência do uso do objecto transitivo na adolescência. Aborda-se sucintamente a definição de objecto transitivo e a sua referência por diversos autores. vVol.I, nº.32dJan.-Jun. 2012pp.59-68tRevista Portuguesa de PedopsiquiiatriacLisboa aPSICOLOGIA aDEPRESSÃO aADOLESCÊNCIA aPORTUGAL aURBANObNeide  aPINTObInês jP.300