01658nam a2200205 450000100060000010000410000610100080004720000820005533010590013746100900119660600150128660600160130160600180131760600280133560600280136360600130139170000190140470100190142385200100144224438 a20120725c2011 y0pory50 ba apor aDa destruição à (re)construção dos afectos... um caminho tumultuoso a"Lembram-se do P.?" - É a pergunta colocada frequentemente aos autores desta comunicação por técnicos que, em qualquer altura da sua vida, contactaram com P. e se admiram pela boa evolução clínica dada a gravidade da sintomatologia e do percurso familiar e institucional. Reflectindo sobre P., colam-se outras lembranças. Algumas das quais doem. Por outros que não conseguiram evoluir positivamente e dos quais não sabemos onde se encontram. E ainda outros que não conseguem adquirir uma estabilidade emocional e comportamental mas mantêm o laço terapêutico. O motivo principal da consulta são as alterações graves do comportamento mas existem diferenças. Os autores pretendem apresentar estes casos clínicos e a análise que realizaram face as diferentes evoluções. Coloca-se a hipótese de esta depender da capacidade de aceder ao núcleo depressivo e desidealizar as figuras parentais, procurando e encontrando outras figuras adultas de identificação. Mesmo que passem eles a ser os pais dos seus pais. vVol.II, nº.31dJul.-Dez. 2011pp.7-27tRevista Portuguesa de PedopsiquiatriacLisboa aPSICOLOGIA aDEPRESSÃO aAGRESSIVIDADE aINSTITUCIONALIZAÇÃO aCOMPORTAMENTO AGRESSIVO aPORTUGAL aPEREIRAbCarla aMAIAbGeorgina jP.300