01664nam a2200145 450000100060000010000410000610100080004720001420005533011220019746100800131960600720139970000190147170100180149085200100150824162 a20110214c2010 y0pory50 ba aeng aTechnology, complexity, and riskea social systems perspective on the discourses and regulation of the hazards of socio-technical systems aO ponto de partida deste artigo é a teoria dos sistemas sociais apresentada na parte I, ou seja, a dinâmica actor-sistema, em contraposição a perspectivas como a de Ulrich Beck, que, em particular, rejeita o teorizar sistemático, ao mesmo tempo que denigre a sociologia empírica. Este artigo salienta que a sociedade contemporânea (definida por Beck como "sociedade de risco") não é tão ameaçada por riscos elevados, sendo antes caracterizada pelos discursos generalizados de risco (em grande parte devido ao próprio Beck) - elaborações teóricas acerca do risco, formas de gestão do risco, consciência de risco. O que é verdadeiramente uma característica da sociedade moderna é a existência de poderes discricionários para determinar dimensões e níveis de risco, assim como medidas reguladoras. Por outras palavras, na sociedade moderna existe a opção de arquitetar, ou não, uma tecnologia, regulá-la fortemente, ou não, limitar ou banir o seu uso, permitir, ou não, a sua aplicação generalizada, bem como definir em que condições isso pode ocorrer. vN.62dJan.-Abr. 2010pp.97-131tSociologia - Problemas e PráticascLisboa aTEORIA DOS SISTEMAS SISTEMA SOCIAL SOCIEDADE DO RISCO TECNOLOGIA aBURNSbTom R.  aMACHADObNora jP.230