01314nam a2200157 450000100060000010000410000610100080004720000800005533007900013546100680092560600920099370000200108570100190110570100230112485200090114723922 a20100916c2010 y0pory50 ba apor aPolíticas de identidadeeperfil de DNA e a identidade degético-criminal aO DNA é visto por muitos como a "verdadeira" base da identidade humana, por se tratar de uma estrutura biológica, em princípio, única em cada indivíduo. Esta noção de "unicidade", pilar fundamental da investigação criminal e da genética forense, tem alimentado políticas de identidade da parte dos Estados modernos pela classificação e armazenamento de informação sobre "criminosos". Neste artigo analisam-se estratégias médico-legais e burocrático-estatais de produção da identidade "genético-criminal" relacionadas com a criação, em Portugal, de uma base de dados forense de perfis de DNA. Discutem-se os impactos desta política de identidade na gestão, categorização e vigilância de indivíduos classificados como criminosos. vV.45,n.196d3º trim. 2010pp.537-553tAnálise SocialcLisboa aIDENTIDADE BASES DE DADOS DNA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL GENÉTICA PERFIL CRIMINAL aMACHADObHelena aSILVAbSusana  aAmorimb António jP.46