01179nam a2200133 450000100060000010000410000610100080004720001000005533007240015546100680087960600510094770000380099885200090103623916 a20100916c2010 y0pory50 ba apor aPessoas sem voz, redes indizíveis e grupos descartáveiseos limites da teoria do actor-rede aNeste artigo procede-se a uma reflexão crítica sobre a teoria do actor-rede de Michel Callon e Bruno Latour. Salienta-se a necessidade de incorporar no estudo do social as emoções e a imponderabilidade. Tendo como referência a análise de situações de catástrofe ou de acontecimentos extremos, propõe-se uma reflexão sobre o trabalho político que coloca fora das redes sociais, como irrecuperáveis e descartáveis, todos os que não criam ou não possuem valor na perspectiva hegemónica e que, por conseguinte, não são construídos como portadores de direitos sociais e políticos, tornando-se invisíveis e ausentes das análises convencionais propostas pela teoria do actor-rede. vV.45,n.196d3º trim. 2010pp.447-465tAnálise SocialcLisboa aACTOR-REDE EMOÇÕES GRUPOS DESCARTÁVEIS aMENDESbJosé Manuel de Oliveira jP.46