02183nam a2200217 450000100060000010000410000610100080004720000730005533015760012846101030170460600150180760600270182260600090184960600160185860600250187460600130189960600110191260600130192370000190193685200100195523475 a20100504c2010 y0pory50 ba apor aO espaço físico na exposição ao medo do crimefJosé Brites aA presente investigação teve como principal objectivo avaliar a exposição ao medo do crime através da caracterização do espaço físico, por condição de vitimação e género sexual. Para este efeito, foi efectuada a selecção dos estímulos, de entre um conjunto de 30 fotografias, onde a análise dos resultados indicou 10 imagens, diferenciadas por diversos espaços físicos, que se agruparam em valência Negativa e valência Neutra. O protocolo de avaliação foi constituído por questões: socio-demográficas, relacionadas com a história de vitimação, e um pool de 10 fotografias, onde constam questões referentes à caracterização dos espaços, com recurso a um diferenciador semântico de 10 itens. Participaram 162 indivíduos, 106 do sexo masculino e 56 do sexo feminino, com uma média de idades 26.87 (sd= 7.18). Os resultados obtidos demonstraram que, em estímulos de valência neutra, as pessoas que já foram vítimas parecem adoptar menos medidas profilácticas quando comparadas com as não vítimas. Homens e mulheres, nestes espaços, parecem estar mais à vontade e percepcionar o espaço como menos ameaçador. Nos espaços classificados de valência negativa, as mulheres parecem mais descontraídas, percepcionando que nada de mal lhes irá acontecer apesar de se sentirem mais observadas. Por seu lado, os homens nestes espaços, valência negativa, tendem a acelerar o passo, ainda que refiram poder passar despercebidos, mas sentem que são alvos fáceis para o crime. vA. 3, nº.6dmaio 2010pp.73-80tOusar Integrar - Revista de Reinserção Social e ProvacLisboa aPSICOLOGIA aFACTORES PSICOSSOCIAIS aMEDO aMEIO ABERTO aCOMPORTAMENTO SOCIAL aPORTUGAL aCRIME  aVÍTIMA aBRITESbJosé jPP321