01096nam a2200157 450000100060000010000410000610100080004720000450005533006830010046100790078360600110086260600230087360600130089670000200090985200090092923246 a20100315c2009 y0pory50 ba apor aO direito face ao riscofCatarina Frade  aEmergindo da tradicional dicotomia entre concepções objectivistas e construtivistas do risco, quer as abordagens quantitativas, quer as teorias sociais do risco oferecem as suas interpretações dos problemas oriundos do progresso tecnológico e científico que vêm desafiando a segurança das sociedades contemporâneas. O objectivo principal deste texto é perceber como o rsico é interpretado por diferentes áreas do conhecimento e como se pode perspectivar uma leitura jurídica desse mesmo fenómeno, dado que a ciência jurídica continua a manter-se algo alheada destes debates, esquecendo a sua missão reguladora e a sua vocação securitária. vN.86dSet. 2009pp.53-72tRevista Crítica de Ciências SociaiscCoimbra aRISCO  aSOCIEDADE DO RISCO aPORTUGAL aFRADEbCatarina jPP82