01135nam a2200133 450000100060000010000410000610100080004720000710005533007780012646100440090460600240094870000190097285200100099121888 a20090206c2008 y0pory50 ba apor aO regime do arrendamento urbanoeevolução e novas perspectivas a1. Introdução. 2. A primitiva sujeição do arrendamento urbano ao princípio da autonomia da vontade: os arts. 1614 e 1624 do CCSeabra. 3. A crise europeia da autonomia arrendatícia suscitada pelo desenrolar da grande guerra de 1914-18 e o surgimento do vinculismo arrendatício. 4. Os vínculos estabelecidos: bloqueio de rendas e prorrogação forçada; anunciado carácter transitório e de ordem pública destes vínculos. 5. O caso de Portugal. 5.1. Da República à Reforma de 2006. 5.2. A Reforma de 2006. 5.2.1. Breve análise crítica da disciplina estabelecida pelo NRAU para os arrendamentos urbanos não vinculísticos. 5.2.2. Breve análise crítica da disciplina estabelecida pelo NRAU para os arrendamentos urbanos vinculísticos. vA.9,n.15d2008pp.7-26tThemiscCoimbra aARRENDAMENTO URBANO aFURTADObPinto jP.279