02034nam a2200265 450000100060000009000100000610000410001610100080005720000760006533011500014146100810129160600290137260600340140160600210143560600120145660600340146860600180150260600290152060600340154960600250158370000420160870100190165085200100166999500890167921844 a21844 a20081231c2008 y0pory50 ba apor a"A saúde mental... sai à rua! Como? Para onde? Para fazer o quê?" aOs autores salientam algumas linhas orientadoras das intervenções comunitárias do Psicólogo Clínico em Saúde Mental Infantil (S.M.I.), articulando-as e organizando-as em vários níveis de um sistema piramidal de recursos institucionais. Estas intervenções são exemplificadas pela problemática das dificuldades de aprendizagem. Partem dos contributos de Erikson, de G. Caplan, Cramar, M. Soulé e Manzano (noções de crise, de indicadores de risco, de vulnerabilidade e de resiliência); de João dos Santos (integração da S.M.I. na Saúde Pública); e das políticas de inclusão escolar das crianças com necessidades educativas especiais (consignadas no "Warnock Report" e na Declaração de Salamanca). Estas referências são inseridas no pano de fundo das recomendações da O.M.S. preconizadas na conferência de Alma - Ata. Enfatizam a importância de uma articulação racional dos recursos, do trabalho em parceria e da implicação de todos os cuidadores nas acções preventivas em S.M.I.. Na conclusão são dados exemplos de programas já realizados e de outros ainda em curso. vN.25dJul.-Dez. 2008pp.67-81tRevista Portuguesa de PedopsiquiatriacLisboa aSAÚDE MENTAL INFANTIL  aDIFICULDADES DE APRENDIZAGEM  aRESPONSABILIDADE aCOPING  aINTERVENÇÃO COMUNITÁRIA aRESILIÊNCIA aRECURSOS INSTITUCIONAIS  aPOLÍTICA DE SAÚDE MENTAL  aPOLÍTICA EDUCATIVA aFERNANDESbMaria da Graça Barahona  aCAEIRObRaúl jP.300 104P__300_00000000000000052021-12-17925173aDGRSPcDGRSPkP.300n2021-12-17o0rAP