00758nam a2200145 450000100060000010000410000610100080004720001140005533003120016946100790048160600090056060600130056970000210058285200090060321230 a20080422c2007 y0pory50 ba apor aFluidez tectónicaeas bio-tecno-ciências, a bio-arte, e a paisagem cognitiva do presentefLuís Quintais aAtravés de um olhar sobre as práticas artísticas de Eduardo Kac, comenta-se criticamente a tese de Paul Virilio de que certo tipo de práticas na fronteira entre a arte e a tecno-ciência, às quais se convencionou chamar «bio-arte» epitomizam o radicalismo expressionista e niilista do presente. vN.79dDez. 2007pp.79-94tRevista Crítica de Ciências SociaiscCoimbra aARTE aPORTUGAL aQUINTAISbLuís jPP82