01664nam a2200145 450000100060000010000410000610100080004720000980005533012220015346100480137560600420142370000240146570100190148985200100150821113 a20080204u y0pory50 ba apor aConstrução, adaptação e validação da escola de auto-eficácia académica (EAEA) aAs expectativas de auto-eficácia, de acordo com Bandura (2001), referem-se a domínios de realização específicos, pelo que a sua avaliação deve ser microanalítica, o que implica a construção de instrumentos de avaliação adaptados às respectivas especificidades. Assim, neste artigo, começamos por descrever as várias fases da construção da Escala de Auto-Eficácia Académica (EAEA), a saber: (i) definição do seu racional teórico-prático, partindo de revisões bibliográficas e de entrevistas realizadas com alunos e professores; (ii) definição das suas dimensões e redacção dos seus itens; e (iii) pré-teste, que inclui a revisão dos itens por especialistas, reflexões faladas com alunos e um estudo-piloto com 207 alunos. Finalmente, apresentamos os resultados do estudo de adaptação e validação com 1.302 alunos, constatando-se que as dimensões de EAEA são consistentes, mas pouco discriminativas entre si, e que análises factoriais confirmatórias revelam que um modelo com três factores correlacionados, aceitando-se a existência de covariância entre os erros de alguns dos itens da escala, é o que melhor se ajusta aos dados. vV.20,n.2d2006pp.45-68tPsicologiacLisboa aQUALIDADE PSICOMETRIA VALIDAÇÃO aNEVESbSilvia Pina  aFARIAbLuísa jP.103