01623nam a2200181 450000100060000010000410000610100080004720001170005533011000017260600130127260600210128560600260130660600120133260600300134470000380137470100190141285200100143120293 a20060216u y0pory50 ba apor aAtitudes face aos reclusos em guardas prisionaiseimplicações para a formação do pessoal penitenciário aNeste artigo apresentam-se os resultados da aplicação de uma escala de atitudes em relação à reclusão (EARR) a uma amostra de 105 guardas prisionais, procedendo-se de seguida a análises em função de variáveis socio-demográficas e profissionais da amostra. Os resultados salientam as boas qualidades psicométricas da escala e indicam que são os guardas mais idosos e com maior número de anos de serviço que expressam uma atitude mais positiva face aos reclusos. Por outro lado, verifica-se a existência de uma correlação negativa - mas não significativa - entre o grau de habilitações literárias e uma atitude positiva em relação à reclusão. Estes resultados são interpretados à luz das necessidades de formação inicial e contínua dos guardas prisionais, sugerindo-se a introdução da técnica de análise dos incidentes críticos como estratégia para a mudança de atitudes e comportamentos nos guardas prisionais. Implicações para o tratamento penitenciário e o clima interno das prisões são, por fim, referidas. aPRISÃO aGUARDA PRISIONAL aRELAÇÕES HUMANAS  aRECLUSO aFORMAÇÃO PROFISSIONAL aGONÇALVESbRui Abrunhosaf1958- aVIEIRAbSandra jP.101