01569nam a2200157 450000100060000009000100000610000410001610100080005720000920006533010350015746100550119260600500124770000150129785200100131299500890132218812 a18812 a20021226u y0pory50 ba apor aOs quês e os porquês na prevenção primária das toxicodependências - Parte 2 aDepois de uma primeira parte onde nos debruçamos sobre os Porquês da Prevenção, os Parceiros e as Equações que se lhes põem, avançamos nesta segunda parte para alguns Quês com que os interventores se deparam no seu dia a dia. Questões como Conteúdos, Contextos, Timings e Cenários são aflorados de forma solta, ao sabor do pensamento, levantando dúvidas mais do que dando respostas. Dando continuidade ao pressuposto da primeira parte do artigo, pretende-se que das leituras nasçam reacções, prós ou contras, mas reacções que conduzam à prática e ao terreno, à curiosodade de ver como se faz, à partilha do que se fez, à exploração de como seria se de outra maneira fizesse... Se a máxima de que "o principal instrumento preventivo é a relação" já vai sendo difundida que outra máxima se vá tornando cada vez mais clara: ningém provoca a mudança sozinho. É no todo que o sistema muda... e não nos podemos esquecer que nós próprios fazemos parte dele. vV.8,n.3d2002p69-75tToxicodependênciascLisboa aPREVENÇÃO PRIMÁRIA TOXICODEPENDÊNCIA aMELObRaul jP.215 104P__215_00000000000000052021-12-17922141aDGRSPcDGRSPkP.215n2021-12-17o0rAP