01386nam a2200133 450000100060000010000410000610100080004720000550005533009750011046100890108560600430117470000250121785200100124218009 a20011214u y0pory50 ba apor aCrise do Estado e a administração da justiça aAs democracias assentam na ideia de contrato social. Tratando-se de uma obrigação complexa e contraditória, é susceptível de ampliação, redução ou mesmo de colapso. O crescimento do Welfare State visou a integração do proletariado na sociedade das economias capitalistas, pretendendo reduzir a litigiosidade social. Porém, o crescimento das administrações públicas prestacionais propiciou mais amplos factores de conflito que as crises das décadas de 70 e 80 potenciaram, colocando globalmente em situação de pré-colapso o sistema de segurança colectiva e em especial o subsistema de administração de justiça. Em Portugal, estes problemas são fortemente agravados pela ausência de uma profunda reforma da administração pública. Neste contexto, é analisada a crise de legitimidade do poder judicial, a crise de modelo de gestão dos tribunais e a crise de formação dos magistrados e funcionários judiciais. vV.1,n.2d2000pp.68-82tRevista de Administração e Políticas PúblicascBraga aESTADO ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA aDIASbJ. P. Baptista jP.286