01635nam a2200217 450000100060000010000410000610100080004720001770005533008640023246101250109660600240122160600270124560600330127260600180130560600180132360600200134160600130136160600100137470000240138485200090140815120 a20010326c1999 y0pory50 ba apor aOs modelos de intervenção institucional e não institucional no âmbito dos menores e jovens adultosebreve enquadramento jurídico internacionalfManuel Gonçalves a1. Introdução. 2. O modelo de protecção. 3. A evolução das décadas de 80 e 90: 3.1. Os instrumentos jurídicos internacionais da ONU. 3.1.1. A convenção dos direitos da criança. 3.1.2. As regras de Beijing. 3.1.3. Os princípios directores de Riade. 3.1.4. As regras de Tóquio. 3.2 A doutrina da protecção integral dos direitos de infância. 3.3. Breve referência a outras normas e posições internacionais. 3.3.1. Resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas. 3.3.2. Convenções e recomendações do Conselho da Europa. 3.3.3. Normas da organização de unidade africana. 3.3.4. Recomendações de encontros internacionais. 4. As políticas e intervenções sociais: entre os modelos da protecção e de Justiça. 5. Os modelos não institucionais. 6. Os modelos vigentes: um mundo em mudança. vN. 1,dJaneiro-Março 1999pp.113-131tInfância e Juventude – Revista do Instituto de Reinserção SocialcLisboa aDIREITO DOS MENORES aDELINQUÊNCIA JUVENIL aPROTECÇÃO À INFÂNCIA aJOVEM ADULTO  aCONVENÇÃO aREGRAS MINIMAS  aPORTUGAL aMENOR aGONÇALVESbManuel jPP43