01266nam a2200133 450000100060000010000410000610100080004720000800005533009250013546100120106060600310107270000200110385200090112315021 a20010326u y0pory50 ba apor aDroga e toxicodependência nas representações de párocos e médicos aNeste artigo expõe-se uma pesquisa que teve como objectivo analisar as representações sociais da droga e da toxicodependência em dois grupos relevantes no controle social deste fenómeno: os párocos e os médicos. Neste âmbito recorreu-se à teoria sócio-psicológica das representações sociais, sendo estas operacionalizadas através de um compósito de conceitos (ancoragens, objectivação e atitudes sociais) e de técnicas (qualitativas e quantitativas). Orientadas pela tipologia analítica de Moscovici, a pesquisa procurou observar o estatuto mais rigidificado ou mais polémico das representações sociais da droga naqueles dois grupos. As conclusões mostram que o objecto-droga se configura como representação hegemónica tanto em párocos como em médicos, observando-se ainda algumas matizes representacionais mais ambivalentes circunscritas estritamente a médicos. pp.55-90 aDROGA TOXICODEPENDÊNCIA aVALENTIMbArtur jP.46