01884nam a2200157 450000100060000010000410000610100080004720001260005533013780018146100610155960600240162070000240164470100200166870100280168885200100171614462 a20010326u y0pory50 ba apor aTratamento da toxicodependênciaeestudo Sagital de 1995fNuno Felix da Costa, José Correia, Filipa Ferraz de Oliveira aDesde 1991 a actividade clínica dos Centros de Atendimento de Toxicodepentes (CAT) do Serviço de Prevenção e Tratamento da Toxicodepência (SPTT) é anualmente avaliada em Novembro em dois dias consecutivos de consultas, através de um inquérito aos terapeutas preenchido para cada consulta. As principais dimensões avaliadas referem-se à caracterização demográfica sucinta da população utente, aos recursos terapêuticos utilizados e aos resultados clínicos conseguidos. Neste trabalho são apresentados os resultados de 1995. Foram recebidas 980 respostas. A heroinodependência continua a constituir o problema principal em 95,7% dos casos de consulta pelo que se restringiu o estudo a estes doentes. No que se refere aos resultados clínicos da amostra total 69,4% estavam abstinentes: 35,6% abstinentes há mais de seis meses, 15,9% há mais de três meses mas menos do que seis,26,6% abstinentes há mais de um mês e 21% há mais de uma semana mas menos de um mês. A abordagem terapêutica principal mais utilizada é a psicoterapia em 53,1% e em 20% como terapêutica acessória sendo a farmacoterapia utilizada em 56,9%. Esta metodologia permitiu um estudo qualitativo em que se indicaram características associadas às evoluções favoráveis bem como algumas tendências dentro do actual sistema terapêutico. vA.2,n.3dNov.1996pp.39-53tToxicodependênciascLisboa aTOXICODEPENDÊNCIA aCOSTAbNuno Félix aCORREIAbJosé aOLIVEIRAbFilipa Ferraz jP.215