01595nam a2200133 450000100060000010000410000610100080004720000710005533011880012646100660131460600460138070000260142685200090145212974 a20010326u y0pory50 ba apor a'Delinquência juvenil', família e escolafPedro Moura Ferreira aQual o papel da família e da escola na génese da delinquência juvenil? A partir desta questão inicial, o artigo começa por indagar as condições sociais e históricas que estão na origem da construção social da delinquência juvenil, mostrando que a delinquência não se refere apenas às práticas de infracção dos adolescentes e jovens, mas envolve também as formas legais e institucionais de lidar com ela. Num segundo tempo destaca-se o papel que a família e a escola desempenham na génese da delinquência a partir da apresentação de suas teorias 'substantivas'. Estas duas teorias podem ser descritas em torno de duas imagens: a do delinquente socializado e a do delinquente subsocializado. A primeira é derivada principalmente das teorias que sublinham a importância do controle social. A causa fundamental da delinquência reside na ausência relativa de laços fortes entre o indivíduo e a ordem social. A segunda imagem - a do delinquente socializado - - descreve a delinquência como resultante de um processo de aprendizagem de comportamentos socialmente desviantes através da exposição às acções dos outros. vV.32,S.4,n.143-144d1997pp.913-924tAnálise SocialcLisboa aDELINQUÊNCIA JUVENIL FAMÍLIA ESCOLA aFERREIRAbPedro Moura jP.46