02882nam a2200253 450000100060000010000410000610100080004720001660005521000320022121500250025322500120027830001720029033019670046260600150242960600110244460600110245560600210246660600260248760600210251360600130253470000410254770100280258885200120261612225 a20210310d2013 y0pory50 ba apor aStresse, burnout e estratégias de coping nos guardas prisionais da região autónoma dos AçoresfPaulo Fernando Medeiros Arrudagori.tese Ermelindo Peixoto aPonta Delgadac[s.n.]d2013 a132 p.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação apresentada à Universidade dos Açores para a obtenção do Mestrado em Psicologia da Educalção Ramo de especialidade em Contextos Educativos aA síndrome de burnout que advém do stresse profissional na fase considerada crónica, sobressai cada vez mais no mundo de trabalho, ganhando destaque em diversas profissões, sendo uma destas a guarda prisional, que é mencionada como uma das ocupações laborais com maior propensão ao burnout.Perante esta realidade, torna-se relevante perceber os níveis de vulnerabilidade ao stresse, stresse profissional e burnout existentes nos guardas prisionais ao serviço na Região Autónoma dos Açores, ampliando, nesse particular, o conhecimento existente sobre esta classe de profissionais em Portugal. Importa também, entender as estratégias de coping utilizadas por estes profissionais e perceber as dificuldades decorrentes da descontinuidade geográfica em relação ao restante território português. Participaram neste estudo 76 guardas prisionais que trabalham nos estabelecimentos prisionais da RAA e pertencem ao quadro da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.Como medidas de avaliação foram utilizadas, um questionário sociodemográfico, uma classificação contendo itens que incidem sobre as fontes de stresse no trabalho, a escala de Stresse Profissional para Guardas Prisionais (ESPGP), a escala da Vulnerabilidade ao Stresse (QVS), o inventário de Burnout (MBI) e o questionário de Estratégias de Coping (QEC).Em termos gerais, os resultados indicam a incidência de stresse e burnout entre os guardas prisionais da RAA. Relativamente às estratégias de coping os guardas prisionais são congruentes na utilização de diversos tipos de coping, contudo nas variáveis sociodemográficas idade e anos de serviço existiram diferenças significativas neste particular. Por último os resultados sugerem vulnerabilidade ao stresse e ocorrência de stresse profissional entre os guardas prisionais, pelo facto de exercerem funções em ilhas (descontinuidade geográfica). aPSICOLOGIA aSTRESS aCOPING aGUARDA PRISIONAL aDOENÇA PROFISSIONAL aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL aARRUDAbPaulo Fernando Medeiros4070 aPEIXOTObErmelindo4727 jEST1119