02104nam a2200265 450000100060000010000410000610100080004720001550005521000240021021500280023422500120026230002040027433011190047860600150159760600270161260600160163960600260165560600240168160600270170560600210173260600130175370000290176670100310179585200120182612218 a20210129d2017 y0pory50 ba apor aPrisão preventiva de menores de 18 anoseperspetivas de profissionais da área da justiçafTiago da Rocha e Silvagori. tese Mariana Reis Barbosa aPortoc[s.n.]d2017 a[8],37,[25] p.dem PDF  aEstudos aDissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Educação e Psicologia, para obtenção do grau de mestre em Psicologia do Comportamento Desviante e da Justiça aO presente estudo analisa dados de entrevistas a profissionais que trabalham na área da justiça, com o objetivo de examinar as suas perceções relativamente à aplicação da medida de prisão preventiva a jovens ofensores menores de dezoito anos. Dezassete profissionais foram entrevistados e, a partir da análise de dados, emergiram cinco temas: 1) fatores negativos associados à prisão preventiva; 2) fatores positivos associados à prisão preventiva; 3) medidas de coação alternativas à prisão preventiva; 4) necessidade de existirem alterações da atuação do sistema jurídico perante jovens ofensores; 5) impacto da prisão preventiva na trajetória de vida de jovens ofensores. Os resultados sugerem que a detenção preventiva pode constituir-se como positiva quando a segurança da sociedade é considerada, porém, pode constituir-se como negativa quando somente o jovem ofensor é considerado. Além do mais, a detenção preventiva parece acarretar consequências a longo prazo para o jovem ofensor e para a sociedade, quando este reintegra a sociedade.  aPSICOLOGIA aDELINQUÊNCIA JUVENIL aDELINQUENTE aDETENÇÃO DE MENOR aPRISÃO PREVENTIVA aMEDIDAS DE COACÇÃO aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL aSILVAbTiago da Rocha e  aBARBOSAbMariana Reis4727 jEST1132